O Brasil avançou às oitavas de final da Copa do Mundo após vitória sofrida sobre o Japão, mas a comissão técnica de Carlo Ancelotti terá um problema a resolver antes do confronto com a Noruega: Lucas Paquetá se contundiu durante a partida dos 16 avos e está fora da sequência da competição. É direto do estádio, em New Jersey, que o correspondente Jackson Pinheiro está acompanhando toda a repercussão dentro e fora de campo.
A Noruega chegou à fase seguinte por pouco, com um gol de Erling Haaland nos minutos finais contra a Costa do Marfim, resultado que, segundo o jornalista esportivo, não surpreende. Os noruegueses eram favoritos, mas a última partida expôs dificuldades da equipe europeia. Quanto à seleção brasileira, para Pinheiro a ausência de Paquetá abre uma equação sem resposta óbvia.
Ele descarta a hipótese de Neymar começar o jogo entre os titulares, avaliando que o camisa 10 ainda não está em condição física plena para a intensidade física que a Noruega costuma trazer às partidas. As apostas de Pinheiro apontam para Danilo Santos ou um recuo de posição de Matheus Cunha, com a entrada de Endrick no meio-campo — mas ele reconhece que a escalação de Ancelotti é uma incógnita.
A avaliação, ainda assim, é de confiança moderada. Diferente do Japão, que jogou fechado e dificultou a vida da seleção brasileira, a Noruega tende a propor o jogo. Essa maior abertura, segundo o correspondente, favorece o estilo brasileiro. O alerta fica para a exigência de precisão defensiva: contra o poder de finalização de Haaland, um erro pode custar caro.
O jogo entre Brasil e Noruega será no domingo, 5 de julho, às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, Estados Unidos.
O prognóstico de Jackson Pinheiro para o confronto é a vitória do Brasil por 2 a 1, com o time seguindo rumo ao hexa no que ele chama de "estilo sofrência", uma marca registrada das campanhas de Carlo Ancelotti.
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