Sábado, 08 de agosto de 2026
Carregando clima da região...
Carregando cotações do agro...
img
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
[Agronegócio] Fases de cria e recria exigem maior atenção durante o período de se... 16:44
[Agronegócio] O agro e a nova geopolítica do comércio 16:29
[Agronegócio] Nanofertilizante produzido com caroço de açaí estimula crescimento ... 15:51
[Carneirinho] Semana do Agro em Carneirinho: 17ª SEMAC terá feira de touros e leil... 15:32
[Brasil] Risco de ventania no Pontal: INMET emite alerta para ventos de até 60... 17:23
[Economia] 1º semestre legislativo foi positivo para produtores mineiros 16:52
[Pets] Feira de adoção de cães acontece neste sábado (8/8) em Iturama 15:00
[São Francisco de Sales] Cemig informa interrupção programada de energia em São Francisco de... 14:53
[Política] Eleições: legislação não é o suficiente para barrar conteúdos d... 08:37
[Economia] Ibama oferece desconto de até 50% para quitar dívidas atrasadas 17:25
[Agronegócio] Fases de cria e recria exigem maior atenção durante o período de se... 16:44
[Agronegócio] O agro e a nova geopolítica do comércio 16:29
[Agronegócio] Nanofertilizante produzido com caroço de açaí estimula crescimento ... 15:51
[Carneirinho] Semana do Agro em Carneirinho: 17ª SEMAC terá feira de touros e leil... 15:32
[Brasil] Risco de ventania no Pontal: INMET emite alerta para ventos de até 60... 17:23
[Economia] 1º semestre legislativo foi positivo para produtores mineiros 16:52
[Pets] Feira de adoção de cães acontece neste sábado (8/8) em Iturama 15:00
[São Francisco de Sales] Cemig informa interrupção programada de energia em São Francisco de... 14:53
[Política] Eleições: legislação não é o suficiente para barrar conteúdos d... 08:37
[Economia] Ibama oferece desconto de até 50% para quitar dívidas atrasadas 17:25
  • Home
  • Cidades
    • Iturama
    • Carneirinho
    • União de Minas
    • São Francisco de Sales
    • Limeira do Oeste
    • Campina Verde
  • Economia
  • Saúde
  • Educação
  • Agronegócio
  • Mais Lidas
  • Mais
    • Gastronomia
    • Brasil
    • Política
    • Compra e Venda
    • Curiosidades
    • Infraestrutura
    • Mundo
    • Pets
    • Cooperativismo
    • Cultura
    • Esportes

O que você procura?

Sugestões: Iturama Política Esportes Saúde
Logo
  • Home
  • Cidades
    • Iturama
    • Carneirinho
    • União de Minas
    • São Francisco de Sales
    • Limeira do Oeste
    • Campina Verde
  • Economia
  • Saúde
  • Educação
  • Agronegócio
  • Mais Lidas
  • Mais
    • Gastronomia
    • Brasil
    • Política
    • Compra e Venda
    • Curiosidades
    • Infraestrutura
    • Mundo
    • Pets
    • Cooperativismo
    • Cultura
    • Esportes

© 2026 O Pontal News



Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Publicidade
Publicidade
Publicidade
  1. Home
  2. Notícias
  3. Economia
  4. União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro
Economia

União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro

Bloco acusa Brasil de falhas sobre uso de antimicrobianos

O Pontal News
12/05/2026 - 16:47:00

A União Europeia anunciou nesta terça-feira (12) a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e produtos de origem animal para o bloco europeu. 

A medida passa a valer em 3 de setembro e foi tomada porque, segundo as autoridades europeias, o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária.

Na prática, isso significa que produtos brasileiros como carne bovina, carne de frango, ovos, mel, peixes e animais vivos destinados à alimentação poderão deixar de entrar no mercado europeu caso o governo brasileiro não consiga atender às exigências sanitárias até a data-limite.

A decisão foi confirmada pela Comissão Europeia e ainda precisa ser formalizada no diário oficial da União Europeia para produzir efeitos legais definitivos.

A União Europeia mantém uma lista de países considerados aptos a exportar produtos de origem animal ao bloco. Para integrar essa relação, cada país precisa comprovar que segue as normas sanitárias europeias.

O Brasil estava autorizado até agora, mas acabou retirado da lista após a revisão das regras ligadas ao uso de antimicrobianos na criação animal.

Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, permaneceram autorizados a exportar normalmente para o bloco europeu.

Entenda substâncias

Antimicrobianos são medicamentos usados para combater microrganismos como bactérias, vírus, fungos e parasitas. Na pecuária, essas substâncias podem servir tanto para tratar doenças quanto para estimular o crescimento dos animais e aumentar a produtividade.

A União Europeia proíbe especialmente o uso de antimicrobianos que também são importantes para tratamentos médicos em humanos. O objetivo é evitar a chamada resistência antimicrobiana, situação em que bactérias passam a resistir aos medicamentos.

Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

O bloco europeu considera que o Brasil ainda não demonstrou de forma suficiente que essas substâncias deixaram de ser usadas ao longo de toda a cadeia produtiva animal destinada à exportação.

Como afeta o Brasil

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

Além da carne bovina, a medida pode afetar exportações de aves, ovos, mel, peixes, equinos e produtos derivados de origem animal.

O problema não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados.

Caminhos possíveis

Em abril, o governo brasileiro publicou uma portaria proibindo parte dos antimicrobianos utilizados como melhoradores de desempenho animal. Mesmo assim, a União Europeia avalia que ainda faltam garantias adicionais.

O Brasil tem dois caminhos para reverter a situação: ampliar as restrições legais aos medicamentos restantes ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam essas substâncias.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Setor reage

Entidades do agronegócio brasileiro afirmaram que trabalham em conjunto com o Ministério da Agricultura para atender às exigências europeias antes da entrada em vigor da medida.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que o Brasil continua habilitado a exportar carne bovina ao mercado europeu até setembro e disse que o setor tem sistemas robustos de controle sanitário e rastreabilidade.

Já a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) declarou que o país cumpre as normas internacionais e prestará esclarecimentos técnicos às autoridades europeias.

Representantes do setor de mel também criticaram a decisão. Segundo a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel, o Brasil é um dos maiores produtores de mel orgânico do mundo e não haveria justificativa técnica para restrições ao produto.

Pressão europeia

A decisão ocorre poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, tema que enfrenta resistência de agricultores europeus, especialmente na França. Na segunda-feira (11), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) anunciou que o Brasil tinha começado a exportar carnes bovina e de aves ao mercado europeu com alíquota zero, por causa do regime de cotas do acordo.

Apesar disso, a medida sanitária não faz parte diretamente do acordo comercial. As regras sobre antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo.

O comissário europeu para Agricultura, Christophe Hansen, afirmou nesta terça que os produtores europeus seguem regras sanitárias rigorosas e que os produtos importados precisam obedecer aos mesmos padrões.

* com informações da Agência Lusa

Fonte: Agência Brasil

Publicidade
Publicidade
Publicidade


jornalismo@opontalnews.com.br (34) 99688-4832

© 2026 O Pontal News - Todos os direitos reservados