Limeira do Oeste recebeu mais uma vez a equipe do Techdengue para sobrevoos de drone com o objetivo de mapear possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Desta vez, o trabalho concentrou-se no bairro Joamário, onde houve maior incidência de casos de chikungunya, segundo a Prefeitura.

Tradicionalmente, os agentes de combate às endemias (ACE) percorrem as casas uma a uma, sem saber onde estão os focos. O Techdengue inverte essa lógica: o drone sobrevoa a área e, com apoio de dados geoespaciais, aponta antecipadamente onde há risco. Assim, os agentes vão direto às "portas certas".
O equipamento enxerga o que o agente muitas vezes não alcança, como caixas d'água abertas, lajes com acúmulo de água, lonas sobre lajes, recipientes em casas abandonadas e piscinas, entre outros. Depois do mapeamento, o município recebe um relatório com foto e endereço de cada possível criadouro, e as equipes de campo fazem a inspeção e a eliminação dos focos.
A metodologia é apresentada pelo programa como ganho de produtividade para as equipes, economia de recursos públicos e respostas mais rápidas e precisas às arboviroses, como dengue e chikungunya. Moradores podem colaborar eliminando água parada em quintais, lajes e recipientes.
Fonte: Prefeitura de Limeira do Oeste e Techdengue





