A Prefeitura de Campina Verde promoveu nesta quarta-feira (13) a primeira reunião oficial do COES (https://www.instagram.com/p/DYXA1JojV8n/?img_index=1) — o Centro de Operações de Emergências em Saúde. O comitê é uma importante estrutura articulada para coordenar respostas rápidas e integradas a possíveis crises sanitárias, incluindo surtos de arboviroses como dengue, chikungunya, zika e febre amarela.
Trata-se de um órgão intersetorial que une lideranças da saúde municipal, representantes de diversos setores da administração, além do SAMU, Polícia Militar, secretário de saúde e do prefeito. Essa articulação de autoridades de diversas esferas é fundamental para o enfrentamento eficaz de eventuais emergências em saúde pública, pois permite uma execução coordenada, mais ágil e eficaz das medidas a serem implementadas.
Os objetivos específicos do COES estão descritos no “Plano Municipal de Preparação e Resposta a Emergências em Saúde Pública”. O documento destaca que a ênfase será no “monitoramento de vírus respiratórios e na prevenção do colapso da rede assistencial”. Com a criação do plano e do comitê, a Prefeitura espera estruturar fluxos de decisão, definir responsabilidades, garantir recursos e monitorar indicadores no caso de uma crise. A ampla extensão territorial de Campina Verde, com a população parcialmente dispersa, sobretudo na zona rural, é apontada como um desafio para o sucesso das medidas.
Segundo o Ministério da Saúde (https://www.youtube.com/watch?v=PAD6ghC_NaY&t=9s), a estratégia dos COES, adotada no mundo todo, geralmente é temporária — o órgão “se ativa e se desativa depois que a situação está resolvida”. Mas o Centro de Operações pode ser instalado mesmo sem a incidência de uma emergência sanitária, para coordenar o enfrentamento de qualquer evento de importância para a saúde pública, justamente para evitar que a situação se agrave.





